O que conta quem ficou até o último encontro
Textos escritos por gente que passou pela Preparar e Falar, pela Pensar de Pé e pela Trabalho de Mesa, publicados sem que a gente mexa no conteúdo.
- 6
- relatos reunidos nesta página
- 3
- trajetórias contadas do começo ao fim
Seis pessoas, seis pontos de partida
A nota vai escrita em número, de 0 a 5, tal como cada pessoa a informou ao mandar o texto.
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01
5,0
nota, de 5 possíveis
“Entrei na Preparar e Falar imaginando trabalho de voz e postura. O exercício era outro: repetir em voz alta o argumento da colega antes de ganhar o direito de responder. Nas simulações da faculdade parei de brigar com a versão que eu mesma tinha inventado do lado contrário.”
Vera G.
Analista de dados · Itapetininga — SP
Preparar e Falar
Enviado em julho de 2026
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02
4,5
nota, de 5 possíveis
“As primeiras semanas da Pensar de Pé foram desconfortáveis mesmo: o caderno de teses escancara os atalhos de raciocínio que a gente usa no automático. Hoje encontro dois ou três deles nas minhas propostas antes de mandá-las para a diretoria.”
Karina P.
Coordenador comercial · Nova Friburgo — RJ
Pensar de Pé
Enviado em junho de 2026
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03
5,0
nota, de 5 possíveis
“Vim pensando na minha sala de aula, não em disputa nenhuma. O que ficou comigo foi separar fato de opinião toda vez que um aluno me contesta. Reouvir as gravações mostrou quantas vezes eu cortava a fala de alguém sem perceber.”
Kleber R.
Professora de Geografia · Rio Grande — RS
Preparar e Falar
Enviado em maio de 2026
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04
4,5
nota, de 5 possíveis
“Minha área inteira fez a Trabalho de Mesa. O que mais rendeu foram as duas reuniões nossas, de verdade, que a facilitadora assistiu e depois comentou uma por uma. Algumas conclusões não foram fáceis de escutar na hora.”
Flávia C.
Advogado trabalhista · Taubaté — SP
Trabalho de Mesa
Enviado em abril de 2026
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05
5,0
nota, de 5 possíveis
“No papel a ficha de estrutura parece óbvia; na primeira réplica ela trava. Só ali entendi que eu deixava o argumento central para o final, com metade do time já fora da chamada. Poucos encontros para um ajuste pequeno que uso toda semana.”
André B.
Enfermeira-chefe · Balneário Camboriú — SC
Preparar e Falar
Enviado em março de 2026
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06
4,5
nota, de 5 possíveis
“A Pensar de Pé cobra estudo fora dos encontros. A análise escrita das falas gravadas é minuciosa e aponta as passagens frouxas sem nenhum afago. Quem espera elogio vai achar o retorno duro; quem quer saber onde o argumento cede está no lugar certo.”
Renata N.
Mestrando em Economia · Caucaia — CE
Pensar de Pé
Enviado em fevereiro de 2026
Os textos desta página chegam por iniciativa de quem terminou um percurso e saem publicados apenas com a inicial do sobrenome, a pedido dessas pessoas. Cada um descreve um caminho particular, o de quem escreveu. O que alguém tira de uma turma depende do ponto em que começou, da presença nos encontros e do estudo feito entre um e outro.
Três trajetórias contadas por inteiro
“Ouvir a gravação da minha rodada de estreia e comparar com uma reunião de agora dá uma vergonha boa. A diferença toda está na ordem em que eu digo as coisas.”
O ponto de partida
Engenheiro de software que travava ao justificar escolhas técnicas para a área comercial. As apresentações se esticavam e a recomendação só surgia quando a sala já tinha largado o fio.
O caminho por aqui
Preparar e Falar e, na sequência, Pensar de Pé — algo perto de cinco meses somando as duas turmas, sem parada entre elas.
O que ficou diferente
A recomendação passou a abrir a apresentação, ainda no primeiro par de minutos. Nas perguntas da diretoria ele responde com menos palavras e sem tom defensivo, e pede que reformulem sempre que a pergunta chega confusa.
“O relatório das reuniões acompanhadas apontou manias nossas que ninguém tinha coragem de dizer em voz alta. Incomodou naquele dia e serviu no mês seguinte.”
O ponto de partida
Empresa de porte médio cujas reuniões de diretoria dobravam o tempo previsto e terminavam sem decisão registrada. As divergências não chegavam a ser ditas e voltavam semanas depois como atrito entre áreas.
O caminho por aqui
Trabalho de Mesa para quatro pessoas de setores diferentes: as 8 sessões do programa e ainda duas reuniões verdadeiras da casa, assistidas por um facilitador.
O que ficou diferente
Toda reunião passou a ter alguém encarregado da condução, pauta curta e decisão escrita antes de encerrar. As divergências passaram a ser declaradas na mesa, e isso abriu espaço para tratá-las ali mesmo.
“Ler o caderno de teses cansa, não vou mentir. Ainda assim, foi debruçar sobre a análise das teses em que eu ia mal que me deixou pronta para o dia da banca.”
O ponto de partida
Bolsista de pesquisa que não sustentava as escolhas de método do próprio trabalho diante da banca. Bastava o orientador questionar alguma coisa para ela ouvir aquilo como ataque e responder se justificando.
O caminho por aqui
Pensar de Pé: quatro meses de encontros nos fins de semana, com atenção redobrada ao trecho sobre ceder um ponto sem abandonar a linha central.
O que ficou diferente
Qualificação conduzida com mais firmeza quando a pergunta aperta. Ficou mais simples separar a crítica que atinge o método daquela que apenas repete a mesma objeção com outras palavras.
O que sustenta um trabalho desse tipo
Fichas de estrutura escritas aqui
Um conjunto de estruturas redigido pela própria equipe para quem está estreando, em uso nas turmas de entrada da Preparar e Falar.
Facilitadores da área
Origem em filosofia, comunicação e retórica, com anos de estrada em mesas de debate com regra fechada.
Turmas de 8 pessoas
O limite de 10 inscritos por turma aberta é o que torna possível comentar a fala de cada participante em todos os encontros.
Gravação como material de estudo
O áudio das intervenções vai para quem falou, junto do roteiro que indica o que observar durante a reescuta.
Por onde resolver o que ficou pendente
Telefone
+55 11 98194-4273A sala
Rua Frei Caneca 228
São Paulo — SP, CEP 01307-000
Horário de atendimento
De segunda a sexta, das 8h30 às 17h
Aos sábados, das 9h às 12h
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